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"Já participei de cursos presenciais, mas particularmente absorvi muito mais fazendo este curso pela internet, justamente pelo rico e excelente conteúdo apresentado, que além de ser de fácil entendimento e vocabulário acessível, abrange de uma maneira bem completa o tema abordado. Parabéns para a equipe do cursos 24 horas. Este foi o melhor e mais bem preparado curso que já participei."
Clayton de Souza Pinheiro - Cariacica/ES

"Já havia feito outros cursos presenciais similares e este não deixou em nada a desejar. Acredito que a Educação a Distância veio para ficar. Os Cursos Online são uma oportunidade de aprendizado sem precisar sair de casa, além disso, pude estudar no meu ritmo, sem pressa. Parabéns pela iniciativa! Vou iniciar outro curso com vocês em breve."
Kariny Ribeiro - São Paulo/SP


"Devido a dificuldade do dia a dia, achei maravilhoso fazer este curso, pois, poupou meu tempo e acilitou-me na atividade complementar do curso que faço que é Pedagogia. Foi muito rico o conteúdo e pretendo fazer outros cursos e interacionar-me melhor com as disciplinas de pedagogia." Riselda Aparecida da Silva  26/11/2012 - Santana de Parnaíba/SP
 
INFORMAÇÕES(GOVERNANÇA DE TI).

                  O QUE É GOVERNANÇA DE TI?

 

O assunto Governança de TI estará cada vez mais em evidência, já que a TI é cada vez mais importante para o negócio das organizações, além disso, com a crise rondando, e empresas “maqueando” números, irá aumentar o número de corporações que terão que se adequar a normas nacionais e internacionais se quiserem continuar no mundo dos negócios.

Leia o artigo abaixo.

Esta é uma questão que muitos CIOs estão fazendo. Isto ocorre devido à diversidade de ferramentas e conceitos que são “despejados” no mercado, gerando dúvidas e definições incorretas sobre o tema.

Os grandes equívocos que ocorrem freqüentemente são de definição, onde se conceitua a Governança de TI (GTI) como um painel de indicadores, ou como um processo de gestão de portfólio dos projetos estratégicos.

Existem algumas frentes defensoras do conceito de que com a implementação de alguns processos baseados em apenas uma das melhores práticas (como Balanced Scoredcards (BSC), CobiT, ou ITIL) por si só, garantem a Governança, entretanto este conceito está incorreto.

A premissa mais importante da Governança de TI é o alinhamento entre as diretrizes e objetivos estratégicas da organização com as ações de TI. A definição do ilustre professor da FGV Sr. João R. Peres demonstra este conceito de forma abrangente, atribuindo os papéis e as responsabilidades conforme abaixo:

“Governança de TI é um conjunto de práticas, padrões e relacionamentos estruturados, assumidos por executivos, gestores, técnicos e usuários de TI de uma organização, com a finalidade de garantir controles efetivos, ampliar os processos de segurança, minimizar os riscos, ampliar o desempenho, otimizar a aplicação de recursos, reduzir os custos, suportar as melhores decisões e conseqüentemente alinhar TI aos negócios.”

Está definição deixa clara a importância da Governança de TI em organizações que almejam atender a crescente demanda por aumento de qualidade de produtos e processos, a alta competitividade do mercado globalizado e a busca por menores custos e maiores lucros.

Outra definição que se encaixa em Governança de TI é de considerá-la como “a Gestão da Gestão”, demonstrando seu papel principal que é de auxiliar o CIO (Governante de TI) a avaliar os rumos a serem tomados para o alcance dos objetivos da organização, onde um direcionamento errado pode levar a empresa ao fracasso em pouco tempo.

Casos de sucesso de um programa de Governança aplicados a uma organização não dão a garantia do mesmo sucesso à outra. Estes casos são muito instrutivos e importantes para auxiliar nos caminhos da elaboração de um programa próprio.

A implementação efetiva da Governança de TI só é possível com o desenvolvimento de um framework (modelo) organizacional específico. Para tanto, devem ser utilizadas, em conjunto, as melhores práticas existentes como o BSC, PMBok, CobiT, ITIL, CMMI e ISO 17.799, de onde devem ser extraídos os pontos que atinjam os objetivos do programa de Governança. Além disso, é imprescindível levar em conta os aspectos culturais e estruturais da empresa, devido à mudança dos paradigmas existentes.

O grande desafio do Governante de TI é o de transformar os processos em “engrenagens” que funcionem de forma sincronizada a ponto de demonstrar que a TI não é apenas uma área de suporte ao negócio e sim parte fundamental da estratégia das organizações.

O Autor
Carlos Augusto da Costa Carvalho
é formado em Processamento de Dados, com pós-graduação em Gestão de TI (FIAP) e MBA em Governança de TI (USP-IPT). Atua a mais de 14 anos na área de TI em diversos segmentos. Possui certificação em CobiT Foundation e Itil Foundation além de ter participado da Compliance Week Conference 2007 em Washington D.C.

Atualmente é Compliance de uma das maiores instituições financeiras da América Latina, onde participou do projeto de estruturação e implementação de controles internos para atendimento a lei Sarbanes-Oxley, US-GAAP e BR-GAAP, bem como nos projetos de estruturação da área de Compliance.

Atua também como professor universitário do curso de Sistemas de Informação da FAAC.

Fonte: PROFISSIONAIS DE TI.

 

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